Notícias de Israel: Tzfat


Passamos o dia em Tsfat (Safed). A diferença do clima espiritual é notório. A cidade da cabalá tem uma shalom que paira no ar. Na sinagoga de Yossef Karo cantamos Ana Bechoach e caminhamos pelas ruas estreitas e silenciosas, onde não se ouve gritos nem há agitação. Fiz o shacharit logo ao nascer do sol, desfrutando de uma conexão maravilhosa com o Eterno. É a sexta vez que venho e a sensação de reencontro em cada lugar é maravilhoso. ISRAEL é especial em todos os sentidos e não há dúvida que embora possamos buscar o Eterno em todo lugar, aqui em Israel a ligação espiritual é bem mais fácil, direta e nítida.



Na foto, dois músicos que visitamos e tivemos o prazer de ouvir músicas inspiradas e cabalistas. Em uma das fotos a participação especial do Sérgio da nossa sinagoga na darbuka. Depois fomos a Jerusalém, a capital de Israel, e a cidade que o Eterno escolheu para habitar o Seu povo e a Sua Glória.



Marcos Andrade Abrão
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Notícias de Israel: Museu da Independência

O Dia que ISRAEL voltou a ser uma nação - Um sonho que virou realidade.


Em 14 de Maio de 1948, antes do Shabat, David Ben Gurion fez O discurso da Declaração do Estado de Israel, assinado por ele e outros membros do conselho. Um sonho de Theodor Herzl, mas acima de tudo, o cumprimento da promessa do Eterno para o povo judeu. Cada judeu, religioso ou secular foi importante para o cumprimento deste Propósito Divino. Não se pode falar de judaísmo sem o povo Judeu, pois o judaísmo na sua essência começa com um pacto irrevogável do Eterno com os descendentes de Avraham, o povo judeu. Após isto, outorgou ao povo judeu a Torah que estabelece os fundamentos da única religião estabelecida pelo Eterno, o judaísmo.

Aqueles de outras nações que quiserem servir ao Eterno podem seguir as leis Noéticas, e aqueles que quiserem assumir o mesmo compromisso de um judeu com a Torah, precisam se converter ao Judaísmo. Mas, não existe judaísmo sem o povo judeu, e aqueles que verdadeiramente amam ao Eterno, também amarão o povo judeu, pois não tem como separar os dois. O ano de 1948 marca a vitória de Israel sobre todos os seus inimigos e o maior fundamento do sistema religioso romano, a falácia de que Israel havia sido substituído - cai por terra, e o Eterno ergue mais uma vez o povo judeu como o Seu povo e representantes oficiais do Eterno na terra. Hoje, nós, as almas judias, e os b'nei Noach que estavam perdidos nas nações e presos à Casa de Edom estão acordando para retornar ao Judaísmo, através do Mérito de Mashiach ben Yossef, que veio com este propósito. Os tsadikim do povo judeu, muitos dos quais foram perseguidos pelo Sistema Religioso Romano, hoje brilham como o sol, com os seus ensinos chegando a milhões de pessoas. Cada judeu é importante, cada estrangeiro convertido ao judaísmo é importante e cada b'nei Noach é importante. E nunca devemos esquecer que o Eterno é o D'us de Israel. OUVE ISRAEL, O ETERNO É NOSSO D'US, O ETERNO É UM!

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Ame O Eterno, faça Teshuvá, comece de novo a cada dia!

Quanto mais mais nos elevamos espiritualmente, mais nos sentimos pequenos e totalmente dependentes do Eterno.

Quanto mais nos aproximamos do Eterno, mais o amamos.

Quando mais estudamos, mais sede temos, pois a sabedoria Divina é maravilhosa e infinita.

Se amamos O Eterno, verdadeiramente existimos, e só então podemos amar o próximo como a nós mesmos. Mas, na verdade, tudo existe porque O Eterno quer compartilhar a Sua Luz, que, no sentido mais profundo se reflete não só em claridade, mas no sentimento profundo de preenchimento, que é o nível mais puro de amor verdadeiro.

Para que tudo isto seja pleno na sua vida, faça TESHUVÁ, reavalie sua vida constantemente, peça perdão, comece de novo, peça uma nova chance, feche o seu quarto e fale com O Eterno com a voz que sai do âmago do seu ser.

BUSQUE O ETERNO! Um copo cheio não recebe mais nada, mas se nos esvaziarmos Ele pode nos preencher constantemente. Livre-se de conceitos errados, de pseudo verdades e abra o seu coração para receber a cada dia uma mensagem nova do Eterno para você.


O mais IMPRESSIONANTE é o que O Eterno colocou dentro de nós, um mecanismo espiritual, para ELE falar com cada um de nós de forma pessoal, direta e separadamente.

Mas, precisamos PARAR & TER OUVIDOS QUALIFICADOS PARA OUVIR A SUA VOZ.



Marcos Andrade Abrão
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The Desire of Self Anullement

The balance between pride and humility would be ideal or humility should prevail, without however completely nullify the pride?

The reason arises in us the desire for self cancellation is due to other desire what awakens in us, the most acute filling and spiritual enjoyment from our approximation of the Eternal. A desire overwhelms the other, because the desire for self annulment which changes the balance between humility and pride comes from another stronger desire, to be filled by the Divine Light, the wonderful feeling from it. This is the deepest desire of the soul, be completed and connected with the Divine Light, and when approaching this the soul is willing to give up other desires that satisfy only superficially. But, one can not completely lose pride, but turn it to him to take another form that is useful for our soul.


With the desire for self-cancellation sprouting in our soul, Divine Providence will act to supply the means for this to occur in the dynamics of life. Difficult situations arise beyond our control and over which we ask help from Hashem, but not always we receive an immediate response, and under the fire of affliction, we began to be shaped to receive the Light that our soul desired. In the midst of this process, our desire also undergoes a transformation over time and we do not desire only to receive anymore, but become a receiver that transmits light, a mirror that reflects the Divine Light. Temporarily we renounce the deep desire to be filled by the Divine Light in order to share this Light all around us. In a deeper sense our soul is healed from the mistake of considering complete in itself, considering that this is only a fragment of a larger "body", and so will only be fully satisfied when the other fragments also receive the light that we are receiving. We come to a deeper level of self-cancellation, which is the awareness that we are part of a broken vessel, that our existence will never be complete, even if we are individually filled completely, and then our desire is to reconnecting with all other pieces from the vessel. The first step is to reflect the light in the best way possible that we are receiving in order to enlighten the lives of others and understand that we are aware that an individual soul and totally disconnected from Hashem and the other is just an illusion and in some way a madness by the lack of Light and Wisdom.


Self-cancellation is a sincere recognition that we are only one piece of a vessel and we will never reach the fullness unless the vessel is again one. Then we will be a part of something much bigger than us, and our function will serve to contribute to the functioning of the "body", but as part of the body we will feel at this time, fully, what we were seeking early in the process, the wonderful feeling of being completely connected to the Eternal feeling the immeasurable pleasure of the constant presence of the Divine Light.


Self-cancellation is not a sacrifice, but the cure of a state of madness, and the return to sanity, that we are only part of a body that needs to be gathered to return to fully receive the Divine Light. Self annulment is the reduction of "individual ego" and the arising of the "we" to return to be a big "one soul" receptive to the Eternal and full of humility, where each of us will be only a part of this great "one soul". The return of Adam Kadmon to its original form, prior to fragmentation. The return to a state that although we have no condition to understand and explain, our soul, at the deepest level of it, misses and wishes of an extremely deep way. The world in connection with our physical body tries to hide this deep desire of the soul offering all kinds of desires, which are only momentary, to relieve the great desire of our soul. The Torah then regulates what desires can be satisfied and which desires can not be satisfied, so that forbidden desires will not turn away even more from the primordial desire we have to be filled by the Divine light.


When we make progress in the self-annulment process we feel like nothing without Hashem and we can not live without Him anymore. But, beyond this we can no longer live alone, but the desire to share light with others becomes as strong as the actual desire we have to receive light. All these aspects merge and become one. The desire to be filled by the Light of Hashem and the desire to share with others, are no longer two desires, but only one, to the extent that the other is not another, but as we were part from a "body" that one day was one, but is now fragmented.

In this process the Mashiach is extremely important as it comes from the "head of the body" and has accurate information to guide all fragments for this restructure. Although, this does not exempt the work that each fragment will need to do in order to achieve this goal.


This whole process of self-cancellation although it is not difficult to understand and grasp, is not easy to conquer. In the process of reduction of the "ego" we are submitted to situations that can sometimes make us have wish to die, but after this it gives us a desire to live longer than we had before. There is no other way to be molded, because as we read, that the affliction of blows, they alone reach the deeper areas of our soul to transform it. The tsimtsum is nothing more than the clear consciousness that the individual simply filling is a mistake, and that the goal is that all the pieces of the original vessel will be filled so that one day we return to be one. Pride can not be removed completely, for the preservation of the "ego" will remain, not as an individual self and isolated from everyone, but as an "ego" part of a whole which has a function that helps the functioning of a body which is part like one element among many other elements. But humility must always prevail, because the act of receiving is possible only if we are humble, because the very recognition of the need to receive is the greatest act of humility.


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O Desejo de Auto Anulação

  • O QUE SIGNIFICA RENUNCIAR A SI MESMO?
  • QUAL O PROVEITO DA AUTO ANULAÇÃO?
  • COMO RECEBER MAIS LUZ DOANDO LUZ?
  • O EQUILÍBRIO ENTRE ORGULHO E HUMILDADE.

O equilíbrio entre orgulho e humildade seria o ideal ou a humildade deveria prevalecer, sem, no entanto anular completamente o orgulho? O motivo pelo qual brota em nós o desejo de auto anulação é em razão de outro desejo que desperta em nós, o de sentir com maior intensidade o preenchimento e gozo espiritual proveniente da nossa aproximação do Eterno. Um desejo sobrepuja o outro, pois o desejo de auto anulação que muda o ponto de equilíbrio entre humildade e orgulho provém de outro desejo mais forte, de ser preenchido pela Luz Divina, pela sensação maravilhosa proveniente disto. Este é o desejo mais profundo da alma, ser preenchida e conectada com a Luz Divina, e ao se aproximar disto ela está disposta a renunciar os outros desejos que satisfazem apenas de forma superficial. Mas, não se pode perder completamente o orgulho, porém transformá-lo para que ele tome uma outra forma que seja útil para nossa alma.

Com o desejo de auto-anulação brotando na nossa alma, a Providência Divina agirá no sentido de suprir os meios para que isto ocorra na própria dinâmica da vida. Surgem situações difíceis fora do nosso controle sobre as quais pedimos socorro ao Eterno, mas nem sempre recebemos uma resposta imediata, e sob o fogo da aflição começamos a ser moldados para recebermos a Luz que nossa alma desejou. Em meio a este processo, o nosso desejo também sofre uma transformação e com o tempo não queremos apenas receber, mas nos tornar um receptor que transmite a luz, um espelho que reflete a Luz Divina. Renunciamos temporariamente o desejo profundo de sermos preenchidos pela Luz Divina, a fim de compartilharmos desta Luz para todos a nossa volta.

Em um sentido mais profundo a nossa alma é curada do engano de se considerar plena em si mesma, e entende que ela é apenas um fragmento de um “corpo” maior, e assim só será plenamente preenchida quando os outros fragmentos receberem também a luz que ela está recebendo. Chegamos a um nível mais profundo de auto-anulação, que é a consciência de que somos parte de um recipiente quebrado, que nossa existência jamais será plena, mesmo que estejamos individualmente preenchidos completamente, e então nosso desejo é de nos reconectarmos com todos os outros pedaços do recipiente. O primeiro passo é refletir da melhor maneira possível a luz que estamos recebendo a fim de iluminar a vida dos outros e entender que a consciência de que somos uma alma individual e totalmente desconectada do Eterno e dos outros é apenas uma ilusão e de certa forma uma loucura pela falta de Luz e de Sabedoria. Auto-anulação é um reconhecimento sincero de que somos apenas um pedaço de um recipiente e que jamais alcançaremos a plenitude a menos que o recipiente volte a ser um. Seremos então uma parte de algo muito maior do que nós, e nossa função servirá para contribuir com o funcionamento do “corpo”, mas como parte do corpo sentiremos neste tempo, de forma plena, o que buscamos no começo do processo, a sensação maravilhosa de estarmos completamente conectados ao Eterno sentindo o prazer incomensurável da presença constante da Luz Divina.

Auto-anulação não é um sacrifício, mas a cura de um estado de loucura, e o retorno a sanidade, de que somos apenas uma parte de um corpo que precisa ser reunido para voltar a receber plenamente a Luz Divina. Auto anulação é a diminuição do “eu” e o surgimentos do “nós” para voltarmos a ser um grande “eu” receptivo ao Eterno e pleno em humildade, onde cada um de nós seremos apenas uma parte deste grande “eu”. É o retorno de Adam Kadmon à sua forma original antes da fragmentação. A volta a um estado que embora não temos a mínima condição de entender e explicar, a nossa alma, no nível mais profundo dela, sente saudades e deseja de forma extremamente profunda. O mundo em conexão com o nosso corpo físico tenta ocultar este desejo profundo da alma oferecendo todo o tipo de desejos, os quais são apenas momentâneos, para aliviar o grande desejo da nossa alma. A Torah então regulamenta que desejos podem ser atendidos e quais desejos não podem ser atendidos, a fim de que desejos proibidos não venham a nos afastar ainda mais do desejo primordial que temos de ser preenchido pela luz Divina.

Quando progredimos no processo de auto-anulação nos sentimos como nada sem o Eterno e não conseguimos mais viver sem Ele. Mas, além-disto não conseguimos mais viver sozinhos, mas o desejo de compartilhar luz com os outros se torna tão forte quanto o próprio desejo que temos de recebermos luz. Todos estes aspectos se fundem e se tornam um. O desejo se ser preenchido pelo Eterno e o desejo de compartilhar com o outro não são mais dois desejos, mas apenas um, na medida em que o outro não é o outro, mas uma parte como nós de um “corpo” que um dia era um, mas agora está fragmentado.

Neste processo o Mashiach é extremamente importante, pois vem da “cabeça do corpo” e tem a informação precisa para guiar todos os fragmentos para esta reestruturação. Embora, isto não isente o trabalho que cada fragmento precisará fazer para alcançar este objetivo.

Todo este processo de auto-anulação embora não seja difícil de entender e captar, não é nada fácil de conquistar. No processo de diminuição do “eu” somos submetidos a situações que as vezes podem nos fazer ter vontade de morrer, mas após isto nos concede um desejo de viver maior do que tínhamos antes. Não existe outra forma de sermos moldados, pois como lemos, que os golpes de aflição, só eles, alcançam as áreas mais profundas da nossa alma para transformá-la. O tsimtsum nada mais é do que a consciência clara que o preenchimento meramente individual é um equívoco, e que a meta é que todos os pedaços do recipiente original sejam preenchidos para que um dia voltemos a ser um. O orgulho não pode ser anulado completamente, pois a preservação do “eu” permanecerá, não como um eu individual e isolado de todos, mas como um “eu” parte de um todo que tem uma função que ajuda o funcionamento de um corpo do qual faz parte como um elemento entre muitos outros elementos. Mas, a humildade precisa sempre prevaleceu, pois o ato de receber só é possível se formos humildes, pois o próprio reconhecimento da necessidade de receber é o maior ato de humildade.


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Amar os inimigos?

Amar os inimigos? Dentro do Judaísmo o que pensar a respeito disto?

Falei com um Rabino, nosso amigo, sobre o assunto. Realmente houve uma adulteração das palavras de Ieshua. Existe uma relação entre amor e inimigos mas não a que se encontra no NT. O que Ieshua realmente ensinou são conceitos que não poderiam de forma alguma contradizer a Torah. Mas Roma manipulou os manuscritos pelas razões que expliquei no texto que publiquei anteriormente.


O que os rabinos falam e com aval tanto na Torah como no Tanach, é que devemos preservar o amor em nossos corações mesmo quando lutamos contra nossos inimigos. Em outras palavras não devemos permitir que o ódio tome conta do nosso coração. Não é amar nossos inimigos, mas manter o amor no nosso coração apesar de nossos inimigos. Mesmo numa guerra, onde inevitavelmente podemos atingir um inimigo, não devemos permitir que o ódio tome lugar no nosso coração. IESHUA NUNCA ENSINOU A AMAR OS INIMIGOS, como expliquei no texto que publiquei, mas a manter o amor no coração e não permitir que o coração seja contaminado pelo ódio. O texto que ele realmente falou está perdido, ou escondido, quem sabe? Mas, o que ele deve ter dito era algo assim: "Mantenham o amor no seu coração mesmo quando lutarem contra os seus inimigos", ou "amem, mesmo diante de seus inimigos". Mas, jamais disse para amar os inimigos, pois como já expliquei, este foi um conceito muito conveniente para Roma desarmar psicologicamente seus adversários. Existem situações quando somos até autorizados pelo Eterno para odiar os nossos inimigos, quando a ira do Eterno é derramada sobre eles e colocada nos nossos corações. O próprio Mashiach, como já expliquei no texto publicado anteriormente, pisará o lagar do furor (da ira) do D'us Todo Poderoso.

A história nos mostra que o sistema religioso romano, enquanto ensinava as pessoas a darem esmolas aos pobres e amarem seus inimigos, destruía a todos que se colocassem na sua frente e acumulava riquezas incessantemente. Ela bateu nos dois lados da face de todas as pessoas que lhe deram o outro lado do rosto. O sistema religioso romano não ensinava Tsedaká, fazer justiça aos pobres, mas a dar esmolas para os pobres e doar para a igreja. Que tal criar programas usando os recursos acumulados para pelo menos ajudarem os pobres da sua própria igreja?



É hora da verdade, de acordar e não viver mais hipnotizado por falácias que já duram 2000 anos. Queremos só as palavras não adulteradas de Ieshua e seus discípulos, e que Roma fique com o NT, afinal de contas, como disse o padre cujo vídeo postei: "A Bíblia (referindo-se ao Novo Testamento), foi feito pelos católicos e para os católicos". Sejamos autênticos, e não como muitos que criam religiões que são um plágio do sistema religioso romano. Mas é sempre uma escolha e nós da Beit El Shamah escolhemos amar a verdade e sermos fiéis a verdade e manter o amor no nosso coração apesar dos nossos inimigos, com o auxilio do Eterno.


Shalom, shalom!



Marcos Andrade Abrão
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O Verdadeiro Ensino de Ieshua

É PRECISO DISCERNIR O QUE IESHUA DISSE E O QUE O SISTEMA RELIGIOSO ROMANO ATRIBUIU A ELE. A VOZ DO MASHIACH E A VOZ DE ROMA ESTĀO MISTURADAS NO NOVO TESTAMENTO.

Amar os inimigos?
Contradizer os ditos da Torah?

Amar os inimigos? Bem, esta expressão era muito conveniente ao Império Romano. Enquanto formava nos seus seguidores uma visão "romântica" de amar os seus inimigos, o Sistema Religioso Romano não perdoava seus inimigos mas se encarregava de atacá-los de todas as formas. Criar um "rebanho" manso e indefeso, com uma visão de um messias que nos ordena a amar os inimigos e uma postura franciscana, enquanto o Império Religioso Romano enriquecia a cada dia. Na parte do NT que indica este ensinamento atribuído a Ieshua, existe alguns indícios que demonstram que o texto foi adulterado. Primeiro porque isto interessava a Roma, pois enquanto os inimigos de Roma precisavam amar os seus inimigos, Roma por sua vez os destruía. Isto faz lembrar a antiga tática de Caim, que segundo os sábios, quando lutou contra Abel e vendo que o seu irmão prevalecia, disse a ele: sou seu irmão! Justamente na hora que Abel iria golpeá-lo, porém quando Abel exitou ao ouvir estas palavras, Caim se aproveitou da situação e o matou. Não podemos ser ingênuos e manter esta mentalidade romântica e franciscana implementada por Roma. O amar os inimigos também é contradizente com o conhecido Dia do Senhor, o dia da vingança do Eterno contra todos aqueles que oprimiram o povo judeu em todos os tempos. A visão romântica do Messias romano também se contradiz com um Messias que irá guerrear contra os inimigos de Israel e pessoalmente pisar o lagar do vinho do furor da ira do D'us Todo Poderoso, como vemos nos manuscritos que tratam das revelações de Ieshua para um de seus discípulos.

Porém, a maior de todas as contradições é que o contexto onde se diz isto está flagrantemente insinuando que ele estaria anulando um dito do Eterno, ou seja, uma instrução da Torah, o que mais uma vez só contribuiria com o Sistema Religioso Romano, que passou a ideia de anulação da Torah, a qual teria sido substituída pela "graça". Todo o texto que envolve esta frase de "amar os inimigos", induz que algo foi ensinado no passado, mas agora ele está mudando. Mudando a Torah? O Messias? Jamais! Isto não passa de adulterações que precisam ser pontuadas, pois induzem ao erro.

A frase chave que revela a adulteração é: "Ouviste o que foi dito (obviamente está falando com o povo judeu, e o que foi dito é o que está na Torah), eu porém vos digo (visão do sistema religioso romano de que o Messias anulou a Torah e estabeleceu a era da graça)". Concluímos então que a famosa frase de "amar os inimigos" não passa de mais uma adulteração do sistema religioso romano.

O VERDADEIRO ENSINO DE IESHUA

O que Ieshua ensinou de fato, é que se uma pessoa que lhe fez mal, mesmo um inimigo, mas que se arrepende e lhe pede perdão, você deveria perdoar, pois da mesma forma que você necessita da benevolência do Eterno e do perdão Dele, você também deveria perdoar as pessoas que se arrependeram do mal que lhe fizeram. Se uma pessoa não perdoa alguém que lhe fez um mal, mas se arrependeu e lhe pediu desculpas, também o Eterno não perdoará você pelos seus erros, quando você clamar diante Dele por perdão. Assim, o que Ieshua ensinou é que com a mesma medida que medirmos, seremos medidos. Quem perdoa será perdoado.

Porém, assim como o Eterno usa de misericórdia quando existe uma verdadeira atitude de teshuvah em nós, assim devemos ser também misericordiosos com aqueles que nos fizeram mal, mas se arrependeram e buscaram o nosso perdão. Agora, perdoar quem não se arrepende e amar os inimigos, isto não é um ensinamento de Ieshua nem da Torah. O que não podemos fazer é odiar nossos irmãos e combater em nós o sentimento de amargura, mas isto não significa nutrir sentimentos de amor pelos inimigos, o que só cria um sistema ilusório que conduz à hipocrisia e que não tem aval na Torah.

Nos 13 atributos de misericórdia do Eterno Ele perdoa todos os pecados, porém dentro do padrão da pessoa em fazer teshuvah. A única exceção disto refere-se a uma benevolência que será usada a favor do povo judeu nos últimos dias pelo Eterno, tendo como aval a fidelidade Dele com o que Ele falou, em Honra ao Seu próprio nome.

Quanto a ajudar aos pobres, diferente do conceito de esmola promovido pelos sistema religioso romano, a visão judaica é tsedaka, ou seja, fazer justiça. Isto transcende a esmola e está claramente impresso na própria Torah, que cria um sistema financeiro para lutar contra todo o tipo de pobreza e miséria, e a se precaver contra o excesso de ambição, fazendo com que os ricos compartilhem com os menos favorecidos. A visão de Roma é uma instituição rica, ajudada pelos ricos que devem dar esmolas para os pobres, mas sem nenhum sistema concreto de justiça social. Hoje existem seguimentos que se preocupam com isto, mas as instituições não se mostram dispostas a investirem seus próprios recursos para fazer de fato um trabalho consistente de combate a pobreza. A instituição incentiva que pessoas larguem tudo para servir ao Eterno, mas ela não está disposta a dividir suas riquezas nem com os pobres nem com ninguém. O próprio celibato que pretende ser algo espiritual, não passa de uma estratégia de evitar um vazamento de recursos através de heranças inerentes a todos que constituem uma família.

Vamos voltar à verdade, às palavras não adulteradas de Ieshua e seus discípulos, e deixar o NT para o sistema religioso romano, pois como um padre recentemente disse: "A Bíblia (referindo-se obviamente ao Novo Testamento) foi feita pelos católicos e para os católicos". Então vamos deixar o Novo Testamento para os católicos e dos manuscritos existentes que são atribuídos a Ieshua e seus discípulos, ficamos apenas com os ensinamentos não adulterados e que estejam harmonizados com a Torah, afinal de contas, o Mashiach jamais negaria a Torah do Eterno, ao contrário, cumpriria de uma forma excelente, como realmente aconteceu.


Shalom, shalom!

Marcos Andrade Abrão
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O "novo testamento" é um livro católico, para os católicos e compilado pelos católicos

NÓS DO JUDAÍSMO DA UNIDADE TEMOS A CERTEZA DE QUE IESHUA CUMPRIU A VINDA DE MASHIACH BEN YOSSEF, TENDO COMO BASE O TANACH, MAS NĀO CONSIDERAMOS O NOVO TESTAMENTO COMO UM LIVRO SAGRADO. NO QUE DIZ RESPEITO AOS ENSINAMENTOS DE IESHUA E SEUS DISCÍPULOS, ADOTAREMOS APENAS AS PALAVRAS NĀO ADULTERADAS, AS QUAIS SERĀO COLHIDAS DOS MANUSCRITOS DE MANEIRA CRITERIOSA E CUIDADOSA, TENDO COMO BASE A TORAH.

A Igreja Católica teve acesso aos manuscritos dos copistas e escolheu, compilou, adicionou e omitiu textos segundo a sua própria doutrina. Como o vídeo que vi recentemente de um Padre que comentava um texto do Papa, na entrevista ele disse que aprendeu de um dos seus professores o seguinte: "A Bíblia (referindo-se obviamente ao Novo Testamento) foi escrita pelos CATÓLICOS e para os CATÓLICOS". Por mais chocante que seja a afirmativa, ela não está errada. Os Católicos são os criadores do Novo Testamento. Em outro vídeo deste mesmo padre, ele chama os evangélicos de "otários". O que este padre está mostrando e muito gente não quer enxergar é que a Igreja Católica é a fundadora do cristianismo e das próprias escrituras do cristianismo (Novo Testamento).

Consequentemente, embora a igreja evangélica não queira admitir plenamente, mas qualquer movimento, seja evangélico ou pseudo restaurador, que acredite em trindade, deidade do Messias, teologia da substituição, da fundação da igreja de Cristo, da anulação da lei, e de que só os judeus que aceitam Jesus vão para o céu e o restante vai para o inferno, em fim, aqueles que compartilham de todas estas idéias ou mesmo apenas de uma delas, é FILHA DA IGREJA CATÓLICA e mesmo que não queira admitir, beija a mão dos ditos pais da igreja, que nada mais são do que os pré fundadores e fundadores do catolicismo. Na verdade, a Igreja Católica sintetizou a doutrina de grupos gentios que praticavam uma fé já conflitante com os ensinamentos dos discípulos de Ieshua. Os primeiros seguidores de Ieshua foram considerados com o tempo como uma seita judaica, mas estes grupos de gentios se afastaram do judaísmo e começaram a criar um segmento extra judaico, com uma mistura de ensinamentos de Ieshua e seus discípulos com filosofias estranhas ao Judaísmo. Juntando isto que já existia com os costumes religiosos de religiões pagãs, Constantino, imperador romano criou a IGREJA UNIVERSAL (CATÓLICA), pretensamente "apostólica" com doutrinas que os teólogos/filósofos interpretavam como sendo dos apóstolos, ROMANA, pois era a continuação do IMPÉRIO ROMANO. Assim surgiu a Igreja Católica (Universal) Apostólica Romana, que por sua vez fundou o CRISTIANISMO.

Então, nós que temos a certeza de que IESHUA cumpriu a vinda de MASHIACH BEN YOSSEF, mas estamos inteirados deste fato, não podemos olhar os manuscritos existentes do Novo Testamento com uma atitude hipnotizada e considerando de maneira automática como palavras de Ieshua e seus discípulos. MAS, DEVEMOS ANALISAR CADA TEXTO DE MANEIRA CRITERIOSA E COM MUITO CUIDADO, TENDO COMO REFERENCIAL A TORAH, PARA DISCERNIR O QUE IESHUA E SEUS DISCÍPULOS FALARAM E O QUE NĀO FALARAM. APÓS ISTO DEVEMOS RETIRAR DESTES MANUSCRITOS APENAS AS PÉROLAS, OU SEJA, AS PALAVRAS NÃO ADULTERADAS DE IESHUA E SEUS DISCÍPULOS.

Além da Torah, outra fonte que estamos usando, a qual está sendo de grande auxílio para compreendermos as palavras de Ieshua e seus discípulos, são os escritos chassídicos. O Chassidismo trouxe a tona uma sabedoria que para nós é uma luz para compreendermos vários ensinamentos de Ieshua e a sua identidade como Mashiach ben Yossef. Estarei postando algumas reflexões a respeito disto para que todos venham a usufruir desta bênção.

Voltando às adulterações que deram origem ao Novo Testamento, frases como: "atire a primeira pedra quem não tem pecado" que aparece em uma estória que nunca aconteceu, são exemplos de frases nunca ditas por Ieshua, mas introduzidas nos manuscritos. Imergir em nome da trindade entre muitos outros exemplos, são ensinos católicos que foram introduzidos nos manuscritos, que embora não sejam palavras de Ieshua, o que já foi reconhecido pela própria igreja católica (nota de rodapé da Bíblia de Jerusalem e declarações de líderes da igreja católica) é até hoje a fórmula usada por todo o cristianismo para imergir as pessoas, inclusive pela igreja evangélica.

O JUDAÍSMO DA UNIDADE, EMBORA TENHA A CERTEZA DE QUE IESHUA CUMPRIU A VINDA DE MASHIACH BEN YOSSEF, TENDO COMO BASE O TANACH, NĀO CONSIDERA O NOVO TESTAMENTO COMO UM LIVRO SAGRADO, MAS UM LIVRO CATÓLICO. QUEREMOS APENAS AS PALAVRAS NĀO ADULTERADAS DE IESHUA E SEUS DISCÍPULOS, AS QUAIS SERĀO DIVULGADAS COMO RESULTADO DE UMA PESQUISA BASTANTE MINUCIOSA DOS MANUSCRITOS, TENDO COMO BASE A TORAH. EM BREVE LANÇAREMOS O PRIMEIRO VOLUME DAS PALAVRAS NĀO ADULTERADAS DE IESHUA E SEUS DISCÍPULOS.

SHALOM, SHALOM.

Marcos Andrade Abrão


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Vídeos citados:
  • https://www.youtube.com/watch?v=H3kvt4Z33gQ&feature=youtu.be

  • https://www.youtube.com/watch?v=82LCZcLH4Ok&feature=youtu.be




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Guarde o que você recebeu do Eterno e não deixe que roubem sua recompensa

"E ELE RESPONDEU: SEGUE TEU CAMINHO DANIEL, PORQUE O SIGNIFICADO DESTAS PALAVRAS ESTÁ OCULTO E SELADO ATÉ O TEMPO DO FIM. MUITOS SE PURIFICARÃO, E SE EMBRANQUECERÃO, E SERÃO REFINADOS. OS INÍQUOS AGIRÃO SEGUNDO SUA INIQUIDADE E NADA COMPREENDERÃO; OS SÁBIOS, PORÉM, TUDO ENTENDERÃO".
DANIEL12:9,10

O Eterno me mostrou algo muito profundo através de um estudo Chassídico, que também foi ensinado por Shaul Hashaliach. Porém quando analisamos o texto de Shaul e observando a continuação do texto do que ele estaria dizendo, vemos claramente a mão de alguém, seja do copista ou do sistema religioso romano, modificando as idéias e tirando a força da revelação. Isto acontece em várias partes, onde o assunto principal é desviado para manter as teses falaciosas do sistema religioso romano. Isto causa um conflito visível onde temas como a Torah e a Lei por exemplo, são definidos de forma as vezes opostas nos ensinos de uma mesma pessoa. É por isto que não tem como acolhermos tudo o que está escrito no NT romano, pois estaríamos nos alimentando de duas sementes, a semente que Ieshua plantou, o trigo, e a semente que foi plantada por uma inspiração maligna, o joio. A colheita já começou, pois estamos nos últimos dias e quem tem ouvidos ouvirá. Não temos dúvida de que Ieshua cumpriu a vinda de Mashiach ben Yossef, mas agora temos um trabalho grande, mas inspirado, de resgatar sua verdadeira identidade e seus ensinamentos, os quais foram distorcidos pelo NT romano. Que seja dado a "César" o que é de "César" (NT romano), mas nós da Beit El Shamah ficamos com o que o Eterno nos deu (Ensinamentos não adulterados de Ieshua e seus discípulos e com os ensinamentos dos sábios do povo judeu).

A razão por que algumas pessoas retrocedem no que diz respeito a uma visão genuína de restauração é simples. Na verdade, estas pessoas não apresentaram ao Eterno um coração com uma disposição genuína de acolherem a vontade Divina, a Torah. Então, elas perdem a capacidade de enxergarem a verdade e são acometidas por uma operação do erro a fim de darem crédito a pseudo verdades e acharem que estão certas. Não houve amor pela verdade nem o devido temor ao Eterno e o resultado é enfeitar o velho sistema religioso romano com vestimentas judaicas (alguns largam até isto), mas sem conteúdo de verdade e voltarem a viver uma versão reformada da ''era da graça''. Além daqueles que largam o testemunho de Ieshua e passam a viver sem a mínima prática de Torah, pessoas que antes estavam ativas na realização das mitsvót. Isto acontecerá nestes últimos dias, onde quem tiver (a revelação Divina para a nossa geração) lhe será dado mais e em abundância, mas quem não tiver (mas acha que tem), até o que pensa ter lhe será tirado, como ensinou Ieshua. Então seguindo outro conselho de Ieshua, guarde o que você recebeu do Eterno e não deixe que ninguém roube a sua recompensa. A nossa maior recompensa é na verdade servir ao Eterno de forma genuína, pois nos tornamos recipientes da Luz Divina, e o restante dos benefícios é acréscimo.

Shalom, shalom!

Marcos Andrade Abrão

© Beit El Shamah
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Chanukah - A Vitória da Luz contra as Trevas

Chanucá é acima de tudo a vitória da LUZ. Israel, a nação escolhida pelo Eterno para interceder por todas as nações, constantemente é afligida pelas próprias nações que não entendem porque o Eterno separou o povo Judeu para ser uma Nação Sacerdotal. Nimrod tentou unir as nações para o seu próprio proveito, mas o Eterno separou o povo judeu para o benefício de todas as nações, como ensinam os rabinos e os sábios do nosso povo. O povo escolhido pelo Eterno tem pago um perco alto para cumprir o propósito Divino de reparação da Terra, a fim de se tornar uma habitação da Luz Divina, na era messiânica. Esta é a razão do foco da festa de Chanucá está relacionado a LUZ, ao acendimento da Chanukiá nos oito dias de festa, os quais foram estabelecidos pelo líderes do povo judeu.

Apesar da vitória milagrosa contra o exército grego-sírio, a ênfase da festa é a LUZ, pois ser luz para as nações é a causa de tanto sofrimento e ao mesmo tempo a grande missão do povo judeu. Os descendentes de Shem que através de Avraham Avinu herdaram as promessas Divinas, foram separados pelo Eterno para cumprir esta grande missão, compartilhando dos sofrimentos de Mashiach ben Yossef, a fim de participarem ativamente do Reino de Mashiach ben David. Há uma recompensa para Iaakov e o sofrimento do nosso povo, o povo judeu, jamais será em vão! O Eterno logrou vitórias ao povo judeu em todas as gerações, e embora os ataques tenham sido terríveis, o povo judeu sempre se ergueu das cinzas para brilhar de novo, como uma Luz para as Nações.

Para nós do Judaísmo da Unidade que temos convicção de que Ieshua cumpriu a vinda de Mashiach ben Yossef, cremos que o nosso povo compartilhou dos sofrimentos do Servo Sofredor, que se aplicam tanto ao Mashiach como a nação de Israel como um todo. O mais impressionante é que os ensinamentos não adulterados de Ieshua e seus discípulos estão mais conectados com a cultura rabínica que não o aceita como Messias, do que com o próprio cristianismo. O que Ieshua ensinou e o que Roma divulgou são totalmente conflitantes. Os dogmas do cristianismo não encontram aval nos ensinamentos não adulterados de Ieshua e seus discípulos. A luz está em Israel!

Mas o MILAGRE DE CHANUCÁ, do frasco de azeite com selo rabínico que durou 8 dias, embora fosse suficiente apenas para um dia, revela que enquanto o sistema religioso romano entra em um processo gradativo de declínio, A LUZ DO POVO JUDEU que começou com uma pequena luz, continuou sendo acesa pouco a pouco, sobrevivendo MILAGROSAMENTE aos ataques daqueles que quiseram apagar esta LUZ. Nos nossos dias, A Nação de Israel caminha para o acendimento da OITAVA LUZ, A LUZ DA ERA MESSIÂNICA COM A VINDA DE MASHIACH BEN DAVID.

Nimrod, Esaú, a Babilônia, a Assíria, a Grécia, Roma. Alemanha, Espanha, Portugal e o sistema religioso romano que surgiu no terceiro século, entre outros, tentaram minimizar e apagar a Luz do povo judeu, mas não lograram sucesso. Em todos os casos e gerações o MILAGRE DE CHANUCÁ se repetiu e a LUZ do Povo Judeu, da Nação de Israel, PREVALECEU, POIS FOI ACESA PELO ETERNO. A Luz do povo judeu brilha desde o tempo de Abraão, a primeira vela, e se tornará luz perfeita como a luz do dia, na vinda de Mashiach ben David, a oitava vela. A NAÇÃO DE ISRAEL VIVE!

PS. Abaixo a Chanukiá na sede da Beit El Shamah no Rio de Janeiro. A confecção da Chanukiá foi patrocinada pelo Fábio Davi Teles de Oliveira e sua esposa Luciana Unis de Oliveira. As fotos foram tiradas pelo Leonardo Machado.

Marcos Andrade Abrão



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