Chanukah - A Vitória da Luz contra as Trevas

Chanucá é acima de tudo a vitória da LUZ. Israel, a nação escolhida pelo Eterno para interceder por todas as nações, constantemente é afligida pelas próprias nações que não entendem porque o Eterno separou o povo Judeu para ser uma Nação Sacerdotal. Nimrod tentou unir as nações para o seu próprio proveito, mas o Eterno separou o povo judeu para o benefício de todas as nações, como ensinam os rabinos e os sábios do nosso povo. O povo escolhido pelo Eterno tem pago um perco alto para cumprir o propósito Divino de reparação da Terra, a fim de se tornar uma habitação da Luz Divina, na era messiânica. Esta é a razão do foco da festa de Chanucá está relacionado a LUZ, ao acendimento da Chanukiá nos oito dias de festa, os quais foram estabelecidos pelo líderes do povo judeu.

Apesar da vitória milagrosa contra o exército grego-sírio, a ênfase da festa é a LUZ, pois ser luz para as nações é a causa de tanto sofrimento e ao mesmo tempo a grande missão do povo judeu. Os descendentes de Shem que através de Avraham Avinu herdaram as promessas Divinas, foram separados pelo Eterno para cumprir esta grande missão, compartilhando dos sofrimentos de Mashiach ben Yossef, a fim de participarem ativamente do Reino de Mashiach ben David. Há uma recompensa para Iaakov e o sofrimento do nosso povo, o povo judeu, jamais será em vão! O Eterno logrou vitórias ao povo judeu em todas as gerações, e embora os ataques tenham sido terríveis, o povo judeu sempre se ergueu das cinzas para brilhar de novo, como uma Luz para as Nações.

Para nós do Judaísmo da Unidade que temos convicção de que Ieshua cumpriu a vinda de Mashiach ben Yossef, cremos que o nosso povo compartilhou dos sofrimentos do Servo Sofredor, que se aplicam tanto ao Mashiach como a nação de Israel como um todo. O mais impressionante é que os ensinamentos não adulterados de Ieshua e seus discípulos estão mais conectados com a cultura rabínica que não o aceita como Messias, do que com o próprio cristianismo. O que Ieshua ensinou e o que Roma divulgou são totalmente conflitantes. Os dogmas do cristianismo não encontram aval nos ensinamentos não adulterados de Ieshua e seus discípulos. A luz está em Israel!

Mas o MILAGRE DE CHANUCÁ, do frasco de azeite com selo rabínico que durou 8 dias, embora fosse suficiente apenas para um dia, revela que enquanto o sistema religioso romano entra em um processo gradativo de declínio, A LUZ DO POVO JUDEU que começou com uma pequena luz, continuou sendo acesa pouco a pouco, sobrevivendo MILAGROSAMENTE aos ataques daqueles que quiseram apagar esta LUZ. Nos nossos dias, A Nação de Israel caminha para o acendimento da OITAVA LUZ, A LUZ DA ERA MESSIÂNICA COM A VINDA DE MASHIACH BEN DAVID.

Nimrod, Esaú, a Babilônia, a Assíria, a Grécia, Roma. Alemanha, Espanha, Portugal e o sistema religioso romano que surgiu no terceiro século, entre outros, tentaram minimizar e apagar a Luz do povo judeu, mas não lograram sucesso. Em todos os casos e gerações o MILAGRE DE CHANUCÁ se repetiu e a LUZ do Povo Judeu, da Nação de Israel, PREVALECEU, POIS FOI ACESA PELO ETERNO. A Luz do povo judeu brilha desde o tempo de Abraão, a primeira vela, e se tornará luz perfeita como a luz do dia, na vinda de Mashiach ben David, a oitava vela. A NAÇÃO DE ISRAEL VIVE!

PS. Abaixo a Chanukiá na sede da Beit El Shamah no Rio de Janeiro. A confecção da Chanukiá foi patrocinada pelo Fábio Davi Teles de Oliveira e sua esposa Luciana Unis de Oliveira. As fotos foram tiradas pelo Leonardo Machado.

Marcos Andrade Abrão



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Rosh Hashanah da Chassidut

ROSH HASHANAH DA CHASSIDUT


Baal Shem Tov com seus ensinamentos reveladores tem influenciado de forma positiva milhões de pessoas nos nossos dias, as quais estão se libertando do ensino do sistema religioso romano e retornando para a Torah e a Palavra de D'us que são ensinados de Tsion e de Jerusalém, pelos sábios do povo judeu. Muitos foram iluminados depois da sua morte para continuarem a propagar seus ensinamentos até hoje.

Hoje é Yud Tet Kislev (19 de Kislev), o "Rosh Hashanah da Chassidut, e que marca 215 anos desde a libertação do Alter Rebe, R. Schneur Zalman de Liadi, da prisão em 5559 (1798). Esse ano também marca 202 anos desde a Histalkus do Alter Rebe. Rabi Schneur Zalman de Liadi, conhecido como Alter Rebe, foi o primeiro Rebe da dinastia dos Rebes do Chabad-Lubavitch, que ensinaram de forma prática e detalhada os profundos ensinamentos da Chassidut, o lado mais espiritual e profundo da Torah, revelado pelo grande Tzadic Rabi Israel ben Eliezer, o Baal Shem Tov.

Gut Yom Tov!



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Massacre na Sinagoga Kehillat Yaakov em Jerusalém

ABAIXO UM TEXTO IMPORTANTE ACERCA DA TRAGÉDIA ACONTECIDA ONTEM. CADA UM PODE AJUDAR O ESTADO DE ISRAEL NESTA LUTA CONTRA O TERRORISMO E CONTRA A PROPAGANDA ANTISSEMITA, DIVULGANDO O PONTO DE VISTA A FAVOR DE ISRAEL.

VAMOS FAZER A NOSSA PARTE E NOS LEVANTARMOS A FAVOR DA NAÇÃO DE ISRAEL.

ENQUANTO AS FAMÍLIAS LAMENTAVAM A PERDA, OS OPOSITORES ESTAVAM OFERECENDO GULOSEIMAS PARA COMEMORAR OS ASSASSINATOS. É PRECISO ACORDAR E DESMASCARAR O ANTISSEMITISMO NA IMPRENSA, NA POLÍTICA E NESTES GRUPOS TERRORISTAS.

FICO IMPRESSIONADO COM A HIPOCRISIA E O CINISMO DE ALGUNS MEIOS DA IMPRENSA AO NOTICIAREM OS FATOS ENVOLVENDO ISRAEL.

POR ISTO, MAIS UMA VEZ PEÇO A TODOS, QUE VENHAMOS A USAR O FACEBOOK E OUTROS CANAIS EM DEFESA DE ISRAEL E COMBATENDO O ANTISSEMITISMO.

Sua voz faz falta...
 Rabino Avraham Tsvi Beuthner, do Beit Lubavitch
Ontem testemunhamos uma terrível tragédia em Jerusalém. Sete horas da manhã cerca de trinta pessoas rezavam, envoltos em seus talitót e tefilin, na sinagoga Kehilat Bnei Torá em Har Nof. De repente, eles ouvem tiros. Um rabino de sessenta e três anos, Rosh Yeshiva, foi um dos primeiros a serem atingidos, caindo ao chão numa poça de sangue, envolto em seu talit e tefilin. Mais três rabinos, o mais jovem com 43 anos, foram atingidos depois. Dois árabes que trabalhavam em um supermercado a poucos metros da sinagoga, lá estavam, agora, travestidos de “resistência palestina”, dando tiros em pessoas inocentes, que nada lhes fizeram, e que simplesmente estavam rezando, como faziam toda manhã e todo dia, três vezes ao dia. Quatro senhores, que deixaram 26 órfãos, além de suas viúvas, não voltarão mais para seus lares, nem para suas famílias. Outras oito pessoas também foram mutiladas, com uma machadinha de carne e facas — quatro em estado gravíssimo. Um outro ferido, um policial druzo que matou um dos assassinos árabes, acaba de falecer dos graves ferimentos, elevando para cinco o saldo de mortos.
 Treze pessoas que estavam simplesmente rezando. Treze judeus inocentes dentro de uma sinagoga. Ninguém ali atacou ninguém. Nem mesmo faziam parte do exército ou da polícia. Não viviam em nenhum "território" em disputa ou "assentamento" — como se morar ali fosse algum crime passível de pena de morte... Pessoas com o rosto ensanguentado e mutilado saíam da sinagoga para a rua, caindo na calçada. Pedaços de corpos e poças de sangue no chão da sinagoga... Livros de reza, paredes e prateleiras cheias de sangue... Cenas que fizeram muitos recordar a loucura nazista da época do Holocausto, acontecendo em pleno século 21... Em onze minutos chegou a polícia e, no tiroteio com os assassinos, matou os dois terroristas árabes, que nos dias anteriores eram simples empregados do supermercado ao lado. A família destes terroristas, ao saber o que fizeram, convidaram os vizinhos e amigos para comemorar, distribuindo balas e guloseimas, assim como fez o Hamas e os árabes em Gaza.
Enquanto isso, em menos de cinco minutos, já estavam lá as ambulâncias, a Hatzala (paramédicos), a Zaka (também cuidando dos falecidos e de seus restos mortais) — todos fazendo de tudo para salvar vidas — as vidas de pessoas que estavam fazendo orações quando foram covardemente atacadas. A CNN não podia perder a oportunidade de anunciar as notícias fresquinhas de Jerusalém. Primeiro post no seu site: “Polícia atira, mata dois palestinos” — sim, palestinos assassinos morreram, mas judeus assassinados em uma sinagoga em plena oração não é notícia... Primeira atualização da notícia no site da CNN: “4 israelenses, 2 palestinos mortos em Jerusalém”— com certeza deve ter sido algum terremoto, talvez um tsunami... Segunda atualização no site da CNN: “Ataque mortal em uma mesquita de Jerusalém” — sinceramente, não sei mais o que dizer. Mesquita? Ataque? Será que foi o ISIS?...
 Enquanto tudo isso acontece, ainda ouvimos Abas condenar o ataque (a meia boca) lembrando que isto é consequência das invasões de judeus na mesquita de Al Aqsa... Sim, ele condenou, ele teve que condenar o ataque, pois o Kerry está por ali, no Oriente Médio, e pega mal seguir falando para seu público continuar atacando judeus inocentes, como ele mesmo vem fazendo há algumas semanas. E nós, o que devemos fazer? Deveríamos encher as sinagogas com a nossa presença! Trazer mais judeus para participar das orações. Mostrar para nós mesmos e para os agressores que não vão nos amedrontar. Se quatro (cinco) vozes foram caladas e não podem mais rezar, que outras quatro mil preencham o seu lugar!
Como está escrito na parashá desta semana: a voz — é a voz de Yaacov — a voz das orações e do estudo de Torá do povo de Israel, mas as mãos — as mãos sanguinárias que só sabem destruir e matar — são as mãos de Essáv — são as mãos dos inimigos do povo de Israel. Que as vozes das orações e do estudo da Torá que foram interrompidas sejam substituídas e multiplicadas por todos nós, apesar das mentiras delirantes e insensatas que reinam a nossa volta. A nossa força é a voz de Yaacov, a voz da verdade, a voz da bondade, a voz da Torá e das mitzvót que deve ressoar firme e forte em todos os cantos do mundo, abafando o som da maldade, estremecendo os corações e levando às boas ações na prática, pois mais vale uma boa ação do que mil suspiros.
BARUCH DAYAN HAEMET.

AM ISRAEL CHAI.

Quatro rabinos e um policial druso foram mortos no massacre.


Massacre na Sinagoga Kehillat Yaakov.

Israelenses unidos: Foto tirada durante o enterro de Zidan Saif, o policial
druso-israelense morto na troca de tiros com os terroristas árabes,
judeus ortodoxos e o Rabino-Chefe de Israel estiveram presentes.


Palestinos celebram a morte de israelenses.
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Beit El Shamah

A BEIT EL SHAMAH ALCANÇA A PLENA RESTAURAÇÃO, VIVENDO DE FATO UMA FÉ JUDAICA E ACEITANDO O TESTEMUNHO DOS PATRIARCAS DO POVO JUDEU, DOS TSADIKIM (JUSTOS), DE MOSHE RABEINU E DE IESHUA BEN YOSSEF HA MASHIACH



A Beit El Shamah chega a plena restauração ao deixar de lado o Novo Testamento, o livro de Roma, e resgatar nos manuscritos mais antigos, apenas os ensinamentos não adulterados de Ieshua e seus discípulos. O sistema religioso romano escolheu e manipulou os manuscritos de copistas acerca da história e ensinamentos de Ieshua e seus discípulos, a fim de adequá-los aos seus dogmas e doutrinas apóstatas. Deu um nome que revela a real intenção de usurpar o lugar de Israel como representante do Eterno. "Novo Testamento" é um termo estranho ao texto bíblico, haja visto que o Eterno fez alianças e não testamentos. As alianças feitas com Avraham Avinu foram confirmadas e planificadas no Sinai com a outorga da Torah. A aliança renovada profetizada por Jeremias internaliza as alianças anteriores em nosso coração e mente. Porém Roma inseriu nos manuscritos de copistas o conceito de Testamento, um termo jurídico, onde o novo anula o anterior. Mantendo alguns ensinamentos de Ieshua e seus discípulos, mas misturando com adulterações, enxertos e omissões, o sistema religioso romano criou o Novo Testamento, a fim de consolidar seus dogmas e doutrinas. Nos próprios textos do livro de Roma, encontramos conflitos de idéias e contradições entre os próprios escritos e com a Torah. Atribuir a este livro o termo B'rit Chadashá e vesti-lo de um aspecto mais judaico não resolve o problema, pois B'rit Chadashá é a aliança renovada que o Eterno fez com a Casa de Judá e a Casa de Israel e não o nome de um conjunto de livros escolhidos e manipulados pelo sistema religioso romano. O que precisa ser feito, e estamos fazendo, é colher nos manuscritos mais antigos os verdadeiros ensinamentos de Ieshua e seus discípulos e devolver a César o que é de César, ou seja, o Novo Testamento.

Na verdade, o único escrito que Ieshua ben Yossef Hamashiach instruiu que fosse escrito são as revelações sobre os fins dos dias, conhecido como Apocalipse. Quanto aos demais surgiram de uma tradição oral dos seus discípulos, dos quais iremos colher ensinamentos que não foram adulterados. Porém, não existe nenhuma instrução de Ieshua para que fosse escrito um novo livro sagrado, ao contrário, nunca designou nenhum escriba para isto e deu a visão para os seus discípulos para fazerem novos discípulos, ensinando a eles o que eles aprenderam com o seu Rabino Ieshua ben Yossef, que de fato cumpriu a primeira vinda de Mashiach, como Mashiach ben Yossef. Existem hoje em dia muitos grupos pseudo restauradores que chamam o cristianismo e o próprio judaísmo de babilônia e se colocam como donos da verdade. Mas, não passam de reforma do próprio cristianismo e nunca se libertaram da verdadeira babilônia, ou seja, o sistema religioso romano. Quando lemos Isaías 2:2,3, entre outras profecias, fica claro que as nações afluirão nos últimos dias para o D'us de Yaakov e aprenderão dos Rabinos de Israel a Torah de Tsion e a Palavra de D'us, de Jerusalém.

Concluindo, chegamos a plena restauração com conceitos claros e bem definidos sobre a nossa fé, tendo como base imutável a Torah do Eterno, que como Ieshua ensinou, não será tirada dela nem um Yod, ou mesmo um pequeno traço de uma letra hebraica. Abaixo a nossa declaração de fé:

1. Cremos que o Eterno é UM, INDIVISÍVEL E INCORPÓREO.
2. Cremos que o Eterno é o Único D`us verdadeiro e o Criador de tudo e de todos.
3. Cremos nas alianças feitas pelo Eterno com o povo judeu.
4. Cremos que o povo Judeu é depositário da Torah e das revelações Divinas, para sempre e são insubstituíveis segundo as promessas do Eterno.
5. Cremos no Mashiach como o ungido que completa o mérito adquirido pelos patriarcas e justos do povo judeu, a fim de assegurar o pleno cumprimento das promessas do Eterno para o povo judeu e para as nações. 
6. Cremos que Mashiach ben Yossef veio para ficar na brecha pelo povo judeu e ao mesmo tempo abriu uma porta para a Casa de Israel (os dispersos das 10 tribos do Norte) e pessoas de todas as naçōes que estão dispostos a fazerem teshuvá, se convertendo ao Eterno.
7. Cremos que Mashiach ben David virá para estabelecer um reino de paz em Israel, e neste tempo judeus de todas as gerações irão ressuscitar.
8. Cremos que o Mashiach foi criado pelo Eterno e sua origem está em Adam Kadmon, o homem primordial, o primeiro a ser criado pelo Eterno.
9. Cremos que Ieshua ben Yossef cumpriu a primeira vinda de Mashiach ben Yossef, e voltará como Mashiach ben David. Acreditamos que sua morte serviu como mérito para interceder pelo povo judeu e para abrir a porta de teshuvá para a Casa de Israel e os convertidos das nações.
10. Cremos na Torah e no Tanach como livros sagrados.
11. Cremos que os ensinamentos não adulterados de Ieshua e seus discípulos concedem luz e acordam a Casa de Israel e os convertidos das nações para retornarem ao Eterno e viverem segundo os preceitos da Torah. 
12. Cremos no padrão de B'nei Noach como uma opção para as pessoas das nações que embora incircuncisos, podem servir ao Eterno. Porém, também cremos que os convertidos das nações têm o direito de abraçarem a aliança dos descendentes de Avraham, caso tenham convicção de que isto seja a vontade do Eterno para eles, e neste caso devem passar por conversão ao Judaísmo, incluindo obviamente a brit milá.
13. Consideramos qualquer adoração que não seja dirigida ao Eterno como idolatria, consideramos o conceito de trindade um conceito idólatra, consideramos o conceito cristão de unicidade que defende a tese de que o Messias seja uma encarnação de D'us, um conceito equivocado que também leva à idolatria. 
14. Acreditamos que a Casa de Judá, os judeus que estão ligados por nascimento à corrente de gerações do povo judeu, são os legítimos depositários da revelação da Torah e têm uma porta aberta de conexão com o Eterno, na medida em que vivem segundo os ensinamentos da Torah. Nós, a Casa de Israel e os convertidos das nações fomos re-enxertados ou enxertados na Oliveira (Israel) respectivamente, através do testemunho de Ieshua ben Yossef Hamashiach.
15. Cremos que o Eterno só estabeleceu uma religião, o Judaísmo, e que a Torah é o único padrão de justiça estabelecido pelo Eterno.

16. Respeitamos os ensinos e escritos rabínicos e além da Torah, da Tanach e dos escritos não adulterados de Ieshua ben Yossef Hamashiach e seus discípulos, e também estudamos o Talmud e outros livros judaicos.
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A Pedra Angular

Existem profecias no Tanach sobre a pedra angular referindo-se ao Mashiach e nelas aprendemos lições muito importantes. Entre elas, Zacarias 10:4, Salmos 119:22 e Isaías 28:16. O termo em hebraico é “Pinnáh”. Traduzido como pedra angular ou pedra de esquina e a este termo se aplica alguns significados. As vezes se refere aos líderes como em Juízes 20:2. Também traduzida como canto ou esquina como em Êxodo 38:2. Porém o seu significado mais específico é como pedra angular como está escrito nos versículos acima que apontam para o Mashiach. Mas, em todos os casos “Pinnah” é colocado sobre uma base, um fundamento pré-estabelecido, tendo assim a função de ser a pedra principal da edificação, mas não o seu fundamento, não a sua base. No livro de Jó, quando o próprio Eterno exorta Jó, é citado o termo “Pinnah” e no texto é explicado que antes da pedra de esquina ou angular ser lançada, existe um fundamento que é pré-estabelecido. O texto diz: “Sobre o que estão fundadas as bases (pilares que sustentam as edificações e dão a base para as construções), ou quem lançou a pedra angular” Jó 38:6.

Vamos entender agora a função da pedra angular ou de esquina, e a aplicação do termo pinnah, a fim de entendermos porque o termo foi aplicado num aspecto profético para o Mashiach. Em primeiro lugar já entendemos que a pedra angular está sobre uma fundação. Mas, qual seria a fundação que vem antes da própria pedra angular? Antes do Eterno trazer a existência tudo o que existe, ele desejou, projetou e estabeleceu os mecanismos que permitissem o surgimento de tudo e de todos. De uma forma resumida, pois o tópico precisaria de um estudo extenso para alcançarmos um entendimento melhor, antes da criação o Eterno estabeleceu um mecanismo para criar tudo e todo e isto incluía as 22 letras do alfabeto hebraico e as dez sefirot. De uma forma simples de entender, a contração e ocultação da luz, somado a canalização da emanação da Luz e os filtros que diminuem sua intensidade, fez com que surgisse o mundo existente em todos os seus níveis e formas. Este mecanismo primordial é a própria essência da Torah e é revelado na Torah. É a instrução Divina que forma o DNA da própria existência. 

Após isto, sobre este fundamento, foi criado o primeiro ser através do qual surgissem os outros seres. O primeiro a ser criado foi revestido de vestes que são conhecidos como os mundos. Este ser é o primogênito da criação, o primeiro a ser criado e foi criado a imagem do Eterno, assim também como nós, pois através das 10 sefirot é transmitido para ele e para nós a informação primordial sobre quem é o Eterno, obviamente num nível controlado e limitado pela capacidade de cada recipiente absorver a luz Divina. Sobre isto existe um ensinamento de Shaul hashaliach:

“O qual (o Mashiach) é a imagem do Elohim invisível (termos também usado para nós em gênesis 1:27, já que todos nós existimos através da canalização da luz através das 10 sefirot) o primogênito de toda a criação (o primeiro a ser criado)”.

(encontrado em Colossenses 1:15)



Neste contexto a grande diferença do Mashiach, cuja origem é Adam Kadmon, o homem primordial, é que ele foi o primeiro a ser criado e através dele foram criados tudo o que existe. Dele saíram as almas e sobre ele foram colocadas vestes (mundos). O grande propósito é um dia todos nós alcançarmos a unidade novamente, e funcionarmos de novo como um organismo, interagindo com o Eterno desta forma. Shaul hashaliach para explicar isto, usa o termo “corpo do Mashiach”, mostrando que embora pareça que somos indivíduos totalmente independentes um do outro, na verdade somos parte de um mesmo organismo, porém no momento estamos num estado fragmentado. Este é outro assunto que precisa ser tratado de forma extensa em outro momento. Voltando a questão do Mashiach, ele é aquele que reflete a Luz Divina com mais intensidade pela sua capacidade de absorver mais luz e ao mesmo tempo pela ausência de kelipot (cascas de impureza) que permite uma transmissão de luz muito intensa. Por isto Yochanan hashaliach o chama de lâmpada do Eterno. Em todos os casos o Eterno é a única fonte de Luz e o próprio Mashiach recebe do Eterno a Luz que está sobre ele assim como toda criação, com o diferencial de absorver uma maior quantidade como já explicado.

Agora vamos tratar do termo “Pedra angular” e sua aplicação ao Mashiach. A pedra angular é uma pedra colocada no topo de um arco que traz equilíbrio sobre as outras pedras, balanceando as forças opostas. O arco, obviamente está assentado numa base, num fundamento. A pedra de esquina refere-se a uma pedra colocada nos cantos de uma edificação para alinhar as outras pedras e conceder uma sustentação para a edificação. Neste caso existe também um fundamento que é colocado antes das pedras de esquina que ficam nos cantos. O terceiro caso é pedra fundamental que pode ser uma forma de dizer pedra angular ou de esquina, mas que também recebe uma definição própria, esta não compatível com o termo Pinnáh. Numa definição própria do termo pedra fundamental, a sua função é apenas simbólica, como um marco que é colocado antes da edificação. Nesta definição a pedra fundamental é colocada no começo de uma edificação para se tornar um marco simbólico, porém sem função de sustentação ou equilíbrio na obra. Nela há um inscrição, as vezes é ornamentada e se difere das outras. Em alguns casos, como numa cidade, é um marco simbólico colocado antes de começar as obras de construção. Neste caso, no que se refere a edificação, também está colocada sobre um fundamento, porém não exerce a função de equilibrio ou de sustentação ou mesmo de alinhar as outras pedras. Além destas definições, a pedra angular também tem o significado de ser a pedra principal da edificação, no sentido de ser o líder, o cabeça, o chefe.
À luz desta explicação, o Mashiach recebe o título de pedra angular ou de esquina, porque é a pedra principal entre outras pedras, e ao mesmo tempo a pedra que trará o equilíbrio necessário as outras pedras, com a função também de fornecer um alinhamento e dar firmeza e consistência na construção. Além disto, é o Rosh, o líder, o ‘cabeça’ da edificação. Esta é exatamente a função do Mashiach dentro de um contexto judaico, sendo uma das pedras da construção, não a única, e servindo como pedra principal na medida em que traz equilíbrio e sustentação as outras pedras. Porém, sozinho não teria função nem haveria edificação e é bom lembrar que também se apoia sobre o fundamento da Torah como todas as outras pedras. Neste contexto, embora o Mashiach seja importantíssimo, não tira a importância também das outras pedras que compõem esta edificação. Em outras palavras, embora o Mashiach seja a pedra principal na edificação, ela só é eficaz com a participação das outras pedras. Assim, ao exaltar a importância do Mashiach, não deixamos de valorizar o papel de Abraão, de Moisés, de David, dos discípulos do Mashiach, de Baal Shem Tov e de todas as outras pedras que compõem esta edificação, sendo você e eu também parte integrante desta edificação.
Como explicado o termo pedra fundamental também pode ser usado como uma outra forma de dizer que a pedra de esquina ou de canto é a pedra principal e fundamental para a obra. Porém existe também o conceito de pedra simbólica que é colocada no começo de uma edificação e neste caso não pode ser aplicado ao termo Pinnah. Porém, o sistema religioso romano manipulou este conceito para criar uma base falsa para a concepção de um messias deus que não precisa de ninguém e que resolve tudo sozinho. De forma quase subliminar a mensagem deste sistema religioso apostada, é que o messias deus veio, e a partir dele começou de fato a edificação “verdadeira” composta pela pretensa “igreja de Cristo”, tendo como sede Roma. Neste contexto a pedra de esquina assume uma função que ela não tem de ser próprio fundamento da construção, como se fosse uma pedra que servisse de base para a edificação, função esta que não se aplica a nenhuma das definições do termo “Pinnah”. O que Roma na verdade fez foi ensinar este conceito, porém a aplicação da definição de pedra fundamental é incompatível ao termo pinnah, a fim de servir aos seus propósitos. Ou seja, o sistema religioso romano estabeleceu uma visão do messias deus, como uma espécie de pedra fundamental simbólica que fosse um marco inicial e um ícone para o estabelecimento desta nova religião. Porém esta pedra fundamental segundo a concepção de Roma, embora parecesse ser o fundamento seria na prática apenas um ícone, pois o fundamento seria a própria doutrina estabelecida pelo sistema religioso romano, o qual também reinaria como representante do messias deus. A partir daí todos os conceitos bíblicos foram ajustados e manipulados, a fim de corroborarem com os dogmas e fundamentos da teologia romana, que serviria como base, substituindo a própria Torah. Assim o messias deus do sistema religioso romano não é a pedra angular, mas uma pedra simbólica, e todo o conceito de deidade, inclusive do deus trino, tornam-se ícones usado por este sistema, a fim de que reine na terra e estabelece sua própria lei, tornando-se “mãe da própria bíblia” neste surto doutrinário motivado pela busca de poder. Obviamente isto irá desmoronar nos últimos dias, quando muitos acordarem e então se cumprirá a profecia de Isaías 2:2,3. Então as pessoas voltarão ao D’us de Jacob e não a divindade criada pelo sistema religioso romano, e aprenderão a Torah e a Palavra de D’us de Tsion e Jerusalém respectivamente. 

Quanto ao conceito da pedra angular ser rejeitada pelos edificadores, se refere ao fato de Mashiach ben Yossef ficar oculto à Casa de David, a fim de cumprir sua missão trazendo de volta a Casa de Israel e as pessoas das nações que se converterem ao Eterno. Isto perdurará até que a Casa de David se una a Casa de Israel nos últimos dias. Mas antes disto, a visão correta da vinda de Mashiach ben Yossef será totalmente retirada da Kelipa (da casca de impureza) do sistema religioso romano, e só se revelará quando este sistema não existir mais, quando a babilônia receber seu julgamento da parte do próprio Eterno.

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Yom Kipur: Uma oportunidade para começarmos de novo!

Yom Kipur - UMA OPORTUNIDADE PARA COMEÇARMOS DE NOVO!

O KOL NIDREI é um tradição que se perpetuou no Judaísmo. Através dele são anuladas todas as alianças que não estão de acordo com a Torah. Neste Yom Kipur é uma ótima oportunidade para anularmos alianças provenientes da passagem de todos nós no sistema religioso romano. Anulando os conceitos idólatras da trindade e da adoração ao messias, anulando o conceito apóstata da anulação da Torah, anulando todos os aspectos pagãos deste sistema religioso romano que afetaram nossas vidas, na medida em que de alguma forma participamos disto no passado. Além disto, é um momento muito importante para pedirmos perdão pelos nossos erros e aproveitarmos esta grande oportunidade do Eterno de começarmos de novo.

É bom lembrarmos também, que embora tenhamos sido perdoados de pecados passados na medida que fizermos teshuvá, não estamos livres de restituições que a vida impõe a cada um de nós. Em Yom Kipur, se houver um genuíno pedido de perdão, algumas destas restituições podem ser abrandadas, pois o Eterno nos instrui a afligir a nossa alma por um dia, a fim de nos libertar de sofrimentos que com certeza durariam muito mais do que um dia.

Yom Kipur expressa a benevolência do Eterno, oferecendo a cada um de nós uma nova chance, uma nova oportunidade. Que todos nós sejamos inscritos no livro da vida! Bizchut Haavot, Vehatzadikim, u'veshem Ieshua Hamashiach (pelo mérito dos patriarcas e dos justos e em nome de Ieshua, o Messias.

Gmar Chatimá Tová!
Que você seja inscrito e selado para um bom ano!


Marcos Andrade Abrão
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Mensagem para este Rosh Hashaná

SHANÁ TOVÁ UMETUKA
PARA TODOS!

Um ano bom, de boa configuração, e doce, na medida que estamos imersos na Luz do Eterno, o que faz que tudo se torne doce, mesmo as coisas que a princípio eram amargas! 

EM ROSH HASHANÁ (YOM TERUÁ) FAÇA UMA REFLEXÃO SOBRE OS SEUS ERROS, SE ARREPENDA E MUDE.


QUE AQUELES QUE AINDA ESTÃO PRESOS AO DOGMA DA IDÓLATRA DA TRINDADE, QUE SEJAM LIBERTOS. VAMOS RETORNAR AO ETERNO E A TORAH! FOI ISTO O QUE IESHUA ENSINOU!

LIBERTE-SE DA TRINDADE E SIRVA O D'US DE JACÓ! A IDOLATRIA É UM DOS PECADOS QUE PRIVAM A PESSOA DE ENTRAR NO MUNDO VINDOURO.

"A VIDA ETERNA é esta que conheçam a Ti (O ETERNO), como o ÚNICO D'US VERDADEIRO, o qual enviou Ieshua Hamashiach" (Encontra-se em Yochanan 17:3).

A dois mil anos o dogma da trindade tem levado muitos a cegueira espiritual. O "messias deus" criado por Roma tornou-se objeto de idolatria. A trindade entre todos os problemas causados, é responsável por um erro muito grave: DISTORCER A CONCEPÇÃO ACERCA DO ETERNO. Sabemos que na verdade o Sistema Religioso Romano criou uma "divindade" e um "messias deus", porém comete um grave erro na medida em que atribui este conceito ao D'us verdadeiro. 

A UNIDADE DO ETERNO é o aspecto fundamental para praticarmos a genuína FÉ MONOTEÍSTA. O fato de O ETERNO SER UM, INDIVISÍVEL E INCORPÓREO é o ponto inicial e fundamental para entendermos o restante de Seus ensinamentos. Sem esta compreensão da UNIDADE do Eterno, a pessoa será levada a todo o tipo de enganos. Os membros deste sistema religioso hoje em dia adoram não somente os deuses da trindade, mas várias outras pessoas que de certa forma foram "divinizadas" embora de forma velada, na medida em que se tornaram objetos de veneração. Os segmentos que surgiram tentando reformar este sistema, embora tiraram as estátuas de adoração, continuam adorando alguém além do Eterno, o que constitui inegavelmente o pecado de idolatria. Adorar o Messias, atribuindo a ele deidade inegavelmente é um ato de idolatria. O interessante é que tanto os membros da instituição que fundou o sistema religioso romano, como as suas filhas, ambos enfatizam alguém mais, além do Eterno, para ser adorado e exaltado. Seja um "santo" ou a própria imagem do "messias deus", eles acabam recebendo mais atenção e adoração do que a "pessoa" da trindade que pretensamente representaria o Criador. D'us nos livre disto! Na verdade, não tem como concertar este sistema apóstata, e como Ieshua ensinou, não se pode colocar remendo novo em roupa velha. Em razão de tudo isto estamos tirando dos manuscritos com muito cuidado os ensinamentos genuínos de Ieshua e seus discípulos, os quais não foram adulterados e manipulados pelo sistema religioso romano. 

O PROBLEMA MAIS SÉRIO É QUE A IDOLATRIA É UM DOS PECADOS QUE TEM O PODER DE PRIVAR UMA PESSOA DO MUNDO VINDOURO. Então, vamos TODOS fazermos parte do texto profético de ISAÍAS 2:2,3, voltando à ADORAÇÃO AO D'US DE JACÓ, O D'US UNO, INDIVISÍVEL E INCORPÓREO, e aprendendo a TORAH de Tsion e A PALAVRA DE D'US de Jerusalém. Que o Eterno livre as pessoas da idolatria ao messias e aos santos, e levem elas de volta a adoração ao ÙNICO D'US VERDADEIRO, O ETERNO. APENAS SOB UMA PERSPECTIVA GENUINAMENTE JUDAICA PODEREMOS ENTENDER E ABSORVER A VERDADE.

Termino com um ensinamento genuíno de Ieshua que afirma categoricamente que somente o ETERNO é o D'US VERDADEIRO. Atribuir adoração ao Messias Ieshua é desonrá-lo e desonrar o ETERNO, pois Ieshua veio para abrir uma porta para RETORNARMOS AO ETERNO E À TORAH, e não para se tornar objeto de adoração e levar as pessoas a se tornarem idólatras.

Ieshua ensinou:

"A Vida Eterna é esta que conheçam a Ti, como o Único D’us verdadeiro, o qual enviou Ieshua Hamashiach" (Encontra-se em Yochanan 17:3).

ADORE APENAS AO ETERNO. A IDOLATRIA É UM DOS PECADOS QUE PODEM PRIVAR A ENTRADA DE UMA PESSOA NO MUNDO VINDOURO! 

Marcos Andrade Abrão

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O Testemunho de Mashiach acende a nossa alma!

"Vocês são a luz deste mundo. Não se pode esconder uma cidade que permanece em cima de um monte. Também não se acende uma vela sob o alqueire, mas sobre o castiçal e brilha sobre toda a casa. Deste modo brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam em vocês um bom serviço e glorifiquem ao Pai de vocês que está nos Céus. Matityahu 5.14-16 

Um sábio ensina a verdade a muitos. Um grande sábio faz discípulos tão sábios como ele. Mas, só o Mashiach pode acender nossa alma para nos aproximarmos do Eterno da maneira como ele se aproxima. 

Apesar de todo o entulho que o sistema religioso romano colocou na história de Ieshua, inventando um messias segundo suas conveniências, isto não anula o fato de Ieshua ter cumprido a vinda de Mashiach ben Yossef. O maior testemunho que temos, todos nós que nos libertamos do sistema religioso romano, mas que captamos a revelação sobre o verdadeiro testemunho de Ieshua, é a luz que ilumina nossas almas. Esta luz está acesa em nós em razão de estarmos conectados com o testemunho de Ieshua, o qual abre uma porta para termos acesso ao Eterno e vivermos a Torah. Ieshua disse que após ele partir viria a noite, ou seja, o tempo das trevas. Após o seu retorno aos céus sabemos o que aconteceu. A destruição do templo, o surgimento do sistema religioso romano (babilônia) e as distorções sobre sua história que levaram muitos à idolatria, além de todos os outros fatos nefastos ligados ao Galut, como o holocausto, a inquisição e etc. Esta é a noite que Ieshua disse que viria. Mas, sua luz permaneceu acesa guiando aqueles que querem de fato viver a verdade, para que retornem ao Eterno e a Torah, e permaneçam firmes até o tempo da Gueulá, da redenção. Aqueles que tem o testemunho de Ieshua permaneçam firmes, pois esta é a luz que iluminará suas almas para aprenderem a buscar o Eterno e viverem segundos os Seus mandamentos. Não basta se livrar do sistema religioso romano, é preciso permanecer ligados ao testemunho de Mashiach.


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Palavras de Mashiach ben Yossef - Versículos da Brit Chadashá não adulterados

B"H

PALAVRAS DO MASHIACH BEN YOSSEF.
VERSÍCULOS DA BRIT CHADASHÁ NÃO ADULTERADOS.

IESHUA ABRIU UMA PORTA PARA RETORNARMOS AO ETERNO E A TORAH. QUEM OUVE AS PALAVRAS DELE ENCONTRAM A LUZ, MAS OS QUE ADORAM A PORTA SE TORNAM IDÓLATRAS.

Ensinamentos de Ieshua - Tradução dos versículos da Brit Chadashá que não foram adulterados.

"Nem todo o que me diz: adon, adon (senhor, senhor) entrará no Reino dos Céus, mas o que faz a vontade (observa os mandamentos) do meu Pai nos Céus. Naquele dia muitos dirão a mim: adon, adon (senhor, senhor), não profetizamos em teu nome? E também em teu nome expulsamos os demônios. E em teu nome fizemos numerosas demonstrações de poder. Direi então a eles: Nunca conheci vocês, saiam da minha presença os que trabalharam desprezando e violando a Torah (as leis)”. Matityiahu 7.21- 23

Observe alguns pontos fundamentais:

1. Entrar no Reino dos Céus não depende só da aceitação do testemunho do Mashiach, mas também fazer a vontade do Eterno (Pai), ou seja, cumprir os mandamentos da Torah após a teshuvá (conversão).

2. Ieshua é chamado de adon (senhor) um título que reflete respeito a uma autoridade. Mas, não confundam com Adonai, título atribuído somente ao Eterno.

3. O fato de uma pessoa fazer sinais e maravilhas não assegura a ela a entrada no Reino dos Céus.

4. Os que desprezam a Torah, as Leis do Eterno, não são discípulos de Ieshua e ele afirma que nem os conhece.

5. O termo usado nos manuscritos para 'desprezo da Torah, das leis', é "anomia" que significa exatamente isto. A maioria das versões traduzem o texto como iniquidade e isto acaba tirando o significado literal do texto e desviando para um outro significado.

6. Lembre-se que o testemunho de IESHUA ACENDE NOSSA ALMA PARA RETORNARMOS AO ETERNO E VIVERMOS SEGUNDO A TORAH. Este é o significado de nascer de novo, ou nascer do alto.

Por isto se diz:

"Pelo que se diz: Acordem do sono e levantem da morte (espiritual) e o brilho do Mashiach virá sobre vocês". 

7. O Mashiach ben Yossef abriu uma porta para retornarmos ao Eterno e a Torah, mas muitos ficam adorando a porta em uma total ignorância da verdade. Adorar a porta é idolatria. Todo o trabalho e o sacrifício que Ieshua fez foi para acender nossas almas e abrir a porta para nos conectarmos ao Eterno e vivermos segundo a Torah. Os que inventam um messias diferente do verdadeiro, correm o risco de entrarem em uma porta errada que jamais os conduzirão ao Reino dos Céus, como vimos no versículo citado acima.

Marcos Andrade Abrão


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Reflexão sobre Tisha be'Av

A grande falácia e engano que permeou nestes 2000 anos foi a visão que o sistema religioso romano tentou passar, de que o povo de Israel tinha sido "rejeitado" e a pretensa "igreja de Cristo" havia substituído a missão de ser representante de D'us na Terra.

Não, nada mudou! Israel foi e sempre será o representante do Eterno. O Judaísmo foi a única religião estabelecida pelo Eterno. E como Moshe Rabeinu afirmou, as coisas reveladas pertencem ao povo de Israel e seus filhos para sempre, a fim de cumprirem a Torah. O que o sistema religioso romano plantou foi a sua própria religião que perpetuasse o império que já dava sinais de falência. Um messias deus e uma visão totalmente equivocada de deidade, infringindo o conceito da Unidade que está intimamente ligada ao Eterno foi a base da apostasia propagada pelo sistema romano. Um deus e um messias criado por este sistema e uma pretensa igreja que teria substituído Israel. Isto em si já teria sido um grande prejuízo à fé verdadeira, mas somado a isto não podemos esquecer a obscura história da inquisição, da fomentação do antissemitismo moderno plantada pelo sistema religioso romano e confirmado seguimento da reforma protestante.

Os resultados foram as atrocidades cometidas contra o povo judeu, como as "máquinas de tortura" produzidas pelos sistema religioso romano para torturar o povo judeu com requintes de crueldade. Além dos massacres, da destruição de famílias judaicas e do holocausto que marca o clímax de todas estas atrocidades. Tudo isto tendo como pano de fundo um messias criado por Roma, baseando na premissa de que veio trazer "amor".

Estas falácias já começam a desmoronar nos nossos dias, e já enxergamos o verdadeiro Mashiach ben Yossef totalmente desvinculado do messias deus de Roma. Não adianta fantasiar ou reformar este sistema religioso, pois não há cura para "Babilônia". Quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir, segue o conselho de Apocalipse 18:4: "(...) Sai dela povo meu, para não serem cúmplices dos seus pecados e para não receberem os flagelos destinados a ela". Ontem vi as "máquinas de tortura" e os "objetos de tortura" usados pelo sistema religioso romano, e não existem palavras que justifiquem tamanho ódio, covardia, perversão e sadismo doentio que motivou estes "devotos" do sistema religioso romano a usarem estas "coisas" para torturar e matar pessoas. Embora, inegavelmente o povo judeu foi a principal vítima destas atrocidades, outros que se opuseram ao sistema religioso romano também sofreram nos porões da Inquisição.

Mas, está chegando a hora de O Eterno transformar Tisha be'Av em um dia de alegria para o povo Judeu, e julgar a Babilônia por todo o mal que causou. Não adianta apenas negar um dos paradigmas do sistema religioso romano e dizer que está fora da Babilônia. Os principais fundamentos deste sistema religioso criado por Roma e contrários ao ensinamento da Torah (dos princípios estabelecidos pelo Eterno) são: trindade, adoração ao messias, domingo, anulação das leis, conceito de "igreja de Cristo", substituição de Israel, era da graça, atitude negativa e antagônica ao povo judeu e etc.

Vamos retornar ao D'us de Jacob, vamos aprender a Torah em Tsion, com os sábios judeus, vamos estudar a Palavra de D'us de Jerusalém (Isaías 2:2,3), pois isto está profetizado para os fins dos dias, quando muitos se libertarão dos enganos promulgados pelo sistema religioso romano. Vamos proclamar a Unidade do Eterno, a Torah como referencial e nós que acreditamos que Ieshua cumpriu a vinda do Mashiach ben Yossef, vamos desvinculá-lo completamente do messias romano, e entender sua missão e suas palavras dentro de uma perspectiva judaica. Quando o Messias voltar (para nós que temos o testemunho de Ieshua) ou vir (para os que esperam a primeira vinda), então a glória de Israel será restaurada, e Jerusalém será a sede do governo de Mashiach sobre toda a Terra. Todos deverão enviar representantes nas festas fixas (Zacarias 14:16,17) e irão buscar o Eterno no Shabat e na lua nova (Isaías 66:23). Os judeus mortos ressuscitarão e viverão na era messiânica e Tisha be'Av será para sempre um DIA DE REGOZIJO E ALEGRIA PARA O POVO JUDEU E PARA OS JUSTOS DAS NAÇÕES. 

Abaixo um dos instrumentos de TORTURA (tem piores, e algumas cenas são revoltantes), mas coloquei este só como exemplo: ESTRANHA MANEIRA DE CONVERTER ALGUÉM! ESPECIALMENTE QUANDO ESTA MESMA RELIGIÃO PREGAVA QUE A BASE DA SUA DOUTRINA SERIA PRETENSAMENTE O AMOR! Que o Eterno livre muitos da Babilônia e de suas filhas.
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